Sinopse:
Giovanna Decker é uma jovem vinda do interior de
Celieville, para cuidar de sua velha tia que está quase nas últimas em Soot
City, e com as poucas economias da mesma só dava para pagar as contas e um
pouco de comida. Então ela vai à procura de um emprego, mas sempre pediam experiência.
E como nunca havia trabalhado, não aceitava ela. Voltava para casa de mãos vazias,
numa dessas voltas, enquanto estava em um ponto de ônibus, observa um grupo de
mulheres de vestimentas ousadas. Foi quando Laura Brunelli uma loira, alta e
bem bonita, oferece uma solução, ou quase isso. O serviço? Dá prazer a variados
tipos de homens. Um desses, o importante empresário Eduardo Schmidt, tinha
esses momentos de prazer, e desfrutar das coisas boas da vida até conhecera-la.
Prólogo:
Era uma tarde de chuva em Celieville, Giovanna estava
arrumando suas coisas na mala de porte média roxa, sua cor predileta. Iria
viajar até a cidade grande para cuidar de sua velha tia Grizelda. Giovanna
sempre foi boa para com as pessoas, nunca desconfio de alguém. Uma jovem
morena, alta, num tom de olhos amendoados, uma menina doce, simpática e
sorridente. Feliz da vida. Ajudava a sua mãe no que podia, fazendo doces,
bolos, para vender no pequeno centro da cidadezinha do interior. Sempre de bom
humor, na escola era a primeira da classe, adorava a matéria de português. E em
toda sua vida até aquele momento com seus 20 anos, só havia namorado um garoto,
que se mudou e nunca mais se ouviu falar nele. — também poderá, sua família
ficou rica, e foram embora daquela cidade sem nem mesmo se despedir ou olhar
para trás. — Mas enfim.
— Filha, você tem certeza que quer ir cuidar de sua
tia? - Adentrando o quarto.
— Mas é claro mãe, ela tá doente e muito velha para
cuidar de si própria. Uma que ela não tem dinheiro para pagar uma enfermeira
particular. - Coloquei a ultima roupa que faltava na mala.
— Okay então minha filha, já que terminou ai, vem
tomar um lanche da tarde.
— Tem Gelatina?
— Tem sim. Adivinha o sabor?
— Morango - Gritei feliz.
— Isso mesmo.
— Eba.
Minha sobremesa predileta: Gelatina de Morango.
Então sai, apaguei a luz de meu quarto e fechei a
porta.
A tarde vai indo embora e a noite abraça a minha
cidade, onde é cheia de estrelas, eu gostava tanto da noite, me sentia bem, me
sentia abraçada por aquele toque suave dos ventos de Celieville, e o cheiro das
flores, que cercava quase todas as casas, aqui nesta cidade tinha o famoso
concurso do “Jardim mais bonito da cidade”, era incrivelmente formidável.
Eu como sempre pegava um bom café preto e ia para
varanda de minha casa, e sentavam-me na cadeira de balanço. Olhando as belas
estrelas que surgiam no céu. Como num feitiço à noite me hipnotizava, batia um
vento leve em meus cabelos. Fechei os olhos a fim de que ela invadisse minha
mente.
— Olha que noite mais bela, assim como a moça com café
na mão. – Abri meus olhos para ver quem era... Era Marcos parado em frente ao
meu portão.
— Ah sim, noite bela, mas eu não sou tão bonita assim
Marcos. – Dei um sorriso meio sem graça.
— Claro que é! – aproximou-se. — Vai viajar para a
cidade amanhã?
— Sim, cuidar de minha tia, e ver se consigo um emprego
bom, para eu ajudar minha mãe aqui.
— Hum,
entendi, a cidade vai perder aqueles deliciosos doces que você faz. – sentou-se
na escada olhando para mim.
— Mas não sou só eu que faço minha mãe também ajuda,
ou seja, ainda terá doces na Dona Rosa.
— Mas os seus são os melhores. – deu uma risadinha.
Sabia que Marcos gostava de mim, mas enquanto ele não
parasse de ficar praticamente com todas as meninas da cidade não iria dá bola
para ele.
— Agora vou indo dormir, porque já está na hora né.
Vou levantar amanhã cedo sabe... – sorri de lado, me levantando.
— Okay – Sorriu e foi embora.
“Cara ele é muito lindo, mas muito garanhão.”.
Balancei a cabeça negativamente enquanto entrava em casa.
— Mãe que horas são?
— São 20h00min.
— Hum, a comida está cheirando, o que vai ter para
comer? – chegando à cozinha.
— Hoje vai ser uma bela macarronada.
Então comi, aquela delicia de comida, e fui dormi,
pois amanhã cedo iria para Sootcity.
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