quarta-feira, 5 de junho de 2013

Capítulo II - Only Sex (1/3)

Capítulo 2
                              Ufa! Cheguei.
Cumprimentei o enfermeiro, que me guiou até o quarto de minha tia.
─ Então, você deve dá esse remédio aqui, o Tarceva é pra tomar em 12h em 12h. Ela tá quase no fim da vida, mas ainda tem que tomar ele. Eu já dei três colheradas para ela isso foi às 20h, ou seja, próxima dose 8h da manhã. – Explicou-me assim que entramos no quarto.
─ Ah! Entendi, obrigada por cuidar dela. – estendi a mão em cumprimento.
─ Tudo bem, é o meu trabalho, boa sorte já vou indo. – me cumprimentou e logo após saiu.
Minha tem câncer de pulmão, devido ao seu excesso de fumo, minha tia tinha já seus 59 anos, talvez não resistisse até os seus 60. Ela fumava desde seus 16 anos, quando ficou grávida da minha prima Shane, outra perdida no mundo, não ligava para a mãe. Acho que virou uma mulher da vida. Mas voltando a minha tia, ela é uma morena muito linda, tão delicada dormindo, aposentada por seu problema pulmonar, ganhava um salário mínimo que era o suficiente para comprar remédio e as coisas para casa, incluindo as contas.
Deixei-a dormindo e me direcionei para onde sempre ficava nas minhas férias quando adolescente. Uma nostalgia me bateu assim que entrei no quarto, com detalhes de boneca no papel de parede, o guarda-roupa rosa com detalhes brancos, a cama estilo anos 80 de ferro, casinha de boneca no canto, um baú de brinquedos, uma televisão tubo, prateleiras cheia de ursinhos. Aquele quarto era reservado para mim, pois era como uma filha para minha tia Grizelda. Shane sempre me odiou por isso, o quarto dela era todo pixado. E pelo o jeito ninguém passou por aqui para limpar o quarto que está fedendo a pizza podre.
─ Hum, amanhã depois da delegacia irei limpara aquele quarto o deixar mais uniforme. - tapei o nariz assim que passei por lá. ─ E pelo o jeito não mudou nada. – O quarto ainda continuava pixado. E por ironia vi o meu nome pixado, estava: “Giovanna Vadia Santa”, inveja definiria ela. Só porque titia dava mais atenção pra mim do que á ela nas férias ela me odiava, eu ao contrário gostava dela.
Virei-me fechando a porta atrás de mim e fui até a sala pegar a minha mala para levá-la ao meu quarto. Desci as escadas, ouvi a campainha, deveria ser o enfermeiro que havia esquecido algo. Abri e para a minha surpresa era uma garota.
─ Giovanna! – Me abraçou. Correspondia, mas não estava me recordando de quem era a mesma.
─ Hã! Oi. – Me desvencilhei dos braços dela.
─ Ai não acredita que você não está lembrando-se de mim. Sou eu Claire, Claire Haaps. - Ficou pasma por eu não me recordar dela. Então fez um gesto, colocou as mãos na frente do rosto, e como no filme “As Panteras- detonando” fez um coelhinho.
─ Yaaah! – parou na minha frente em forma de luta. Foi ai que eu me lembrei, era a Claire minha amiga, sim nós amávamos esperas ainda amaram “As panteras” ou qualquer coisa relacionada á espiões, crianças e seus sonhos...
─ Ninja rosa, cara se mudou. Talvez esteja mais alta, com as bochechas mais gordinhas. – apertei a mesma.
─ Ai para ninja roxa. – deu risada. – E você que de bonitinha virou essa gatona! – A abracei novamente.
─ Cara, faz quanto tempo? – enfiou sua pequena cabeça sobre meu ombro. ─ Cinco anos? Fala como foi de viagem. Boa?– Disse entrando e sentando no sofá.
Claire já era de casa, foi ela que me ligou pedindo para que eu fosse cuidar de minha tia.
─ Nossa, foi horrível. Você acredita que tinha um tarado do meu lado e tentou-me estrupa. – sentei-me ao lado no grande sofá bege de minha tia.
─ Meu deus! Agora que eu notei que seu olho tá meio roxeado aqui. – apontou para o local, logo abaixo dos meus olhos castanhos. ─ Ele te bateu muito? Como foi? Meu deus você já foi à delegacia? – fez seu book de perguntas.
─ Só me deu uma tapa na cara e um soco. Foi algo muito rápido num momento ela estava me agarrando e me jogando no chão como se eu fosse um lixo, tentava tirar minhas roupas, eu estava gritando por ajuda ai ele me bateu. E sim já fui amanhã irei retornar lá pra dar mais esclarecimentos. – expliquei.
─ Meu Deus! Que sufoco amiga. ─ neste momento estava morrendo de fome, e minha barriga roncou alto o bastante para a Claire ouvir. ─ Você não jantou né? Vem, vamos lá à minha casa comer algo, acho que ainda tem pizza. – Já me puxando pelo o braço.
─ De quê? – indaguei quando fechei a porta.
─ Mozzarella, qual mais nós comemos barra somos loucas? – Fez uma cara de óbvio enquanto atravessávamos a rua.
A casa dela nunca tinha mudado um sobrado branco de dois andares, com piscina aos fundos, ela morava sozinha com a sua irmã a Lizza, outra rebelde. Mas isso é coisa de adolescente... Enfim entramos na casa dela e fomos direto á cozinha.
─ Aqui, um pedaço pra você um pedaço pra mim. – Distribui os pedaços.
Neste momento um rock estava soando pela a cozinha, mas o som vinha do andar de cima.
─ Ai é a Lizza, espera vou ir falar para ela abaixar. – Revirou os olhos saindo da cozinha, ela parecia um pouco brava com essa situação. Apesar de que eu não ligo muito para isso, não me importo nem um pouco com isso. Talvez ela achasse que iria atrapalhar nossa conversa.
─ Okay. – Dei uma mordida no meu pedaço de pizza.
Lizza Narrando.
─ Isso, a Claire foi à casa da Grizelda barra velha. – Comentou com Ricardo, seu namorado.
─ Mas será que ela vai demorar lá, E dará tempo de nós fazermos nossa brincadeira? – Ricardo indagou um tanto preocupado, entrando em casa.
─ Relaxa gato! Vamos para o meu quarto onde tudo pode acontecer! – dei risada.
Ricardo me seguia. Assim que chegamos ao meu quarto, só fechei a porta.
E começamos a nos beijar um beijo quente, cheio de desejos. Nossas línguas se enroscavam uma na outra, numa química perfeita. Ele apressadinho como sempre, já foi tirando sua jaqueta de motoqueiro estilosa. Mostrando que estavam com uma regata branca colada ao corpo, definindo bem os seus músculos. Mordiscava de vez em quando seus lábios carnudos e vermelhos. A nossa cor. Nossa respiração estava um pouco ofegante foi quando ele me empurrou para cima da minha cama de casal.
─ Baby, vou lhe mostrar o que se faz numa cama dessas. ─ Finalmente tirou sua blusa, aquele corpo, nem o Brad Pitt chegava aos pés. Nem mesmo o Taylor Launter o lobinho do crepúsculo.
Meus olhos faiscaram ao ver o corpo deslumbrante. E com todo um charme venho até a mim mordendo seus lábios inferiores.
─ Vem meu gato! – disse lhe chamando com o dedinho.
Com voracidade tirou a minha blusa xadrez, e mais uma vez me beijou e foi descendo passando sua língua pelo meu pescoço, chegando aos meus seios. Passei a mão procurando pelo o controle do som e liguei num rock bem alto, para que ninguém ouvisse meus gemidos. Quando ele estava prestes a tirar meu sutiã, quem aparece? Minha irmã, ela sempre estragava tudo! Que ódio.
─ Lizza abaixa esse so... Mas que pouca vergonha é essa? – Entrou direto no meu quarto vendo eu e o Ricardo em cima de mim, que rapidamente foi para o meu lado. Ela desligou o meu som.
─ A mãe não te deu educação não é? Sabe acho que é bom bater na porta antes de entrar em qualquer recinto! – ironizei.
─ Calada garota, você acha que aqui virou o que Bordel, para você trazer seus machos aqui? – Cruzou os braços.

Ricardo se pôs a vestir a roupa.

Capítulo I - Only Sex (3/3)

─ Ele tentou mesmo moça? – Perguntou o policial mais moreno e alto.
Um tanto transtornada, fiz que sim com a cabeça, algumas lágrimas escorreram em meu rosto.
─ Vamos para delegacia, tá com seus documentos em mãos? – Indagou outro Policial que era um gordinho, mas alto também.
Apontei para o ônibus.                   
─ Está no ônibus é isso? – Aproximou-se de mim.
Novamente fiz que sim com a cabeça.
─ Okay vamos te acompanho até lá para você pegar suas coisas. – E me acompanhou até o transporte, esperou eu subir para eu pegar minha bolsa e minha malinha. E depois peguei minha mala roxa no bagageiro.
─ Vamos, estamos em duas viaturas ele vai a uma você em outra. Para ele não tentar te tocar novamente, viajaremos até a Soot, pois só lá que tem uma delegacia da Mulher. – O Policial moreno explicou-me como iria ocorrer, o encaminhamento até a delegacia.
Ao longo do caminho, lágrimas continuavam a rolar em minha face. Nunca pensei que um dia iria ser estuprada ou quase isso. Mas do mesmo jeito é uma experiência que não desejaria para ninguém, nem mesmo para minha pior inimiga, que eu não tenho é claro.
Começou uma chuva forte enquanto estávamos na estrada para Soot. O silêncio pairava entre eu e o policial moreno.
─ Sou o Tenente Rodrigues. - Falou olhando pelo o retrovisor. ─ E não se preocupe iremos colocar esse cafajeste na cadeia.
─ Sou Giovanna. – Limpei a garganta e o rosto. ─ Okay. – Voltei a olhar a janela com seus pingos de chuva. Olhei em meu celular, fora de área, quase 21h.
─ Já estamos chegando a Soot. – Retornou a me olhar pelo o retrovisor.
Balancei a cabeça. Ele fez à rotatória e entramos na cidade. A chuva já tinha cessado. Engoli seco quando paramos em frente á delegacia, respirei fundo, enquanto o policial Rodrigues abria a porta pra mim.
─ Vamos, falar com a delegada Silmara. – direcionou-me para a sala dela assim que entramos na delegacia.
A porta estava entreaberta, então bati na mesma.
─ Pode Entrar. – falou uma voz doce, mais ao mesmo tempo autoritária.
─ Licença. – Entrei.
─ Pode se sentar menina.
Sentei e um pouco ressentida abaixou a cabeça.
─ Levante esse rosto, e fale o que aconteceu, conte o porquê está aqui. – pegou sua caneta e começou abater em cima da mesa de madeira.
─ Bom – levantei a cabeça. ─, Eu fui quase estuprada, e agredida pelo o cara, que está lá fora, eu acho.
Neste momento o policial mais gordinho adentrou o recinto.
─ Ah! Você já está ai. Desculpe interromper, mas temos o caso dela é um 12.015, e um 11.340, dentro de um ônibus que estava vindo para Soot. O individuo vulgo Guilherme Dawson está na sala de interrogatório, alegando que a jovem aqui presente é a namorada dele.
─ Não, não mesmo em hipótese alguma. Estava vindo para Soot sozinha.
─ Mas mesmo que fosse, ônibus de viagem, onde tem outras pessoas não é lugar para ter relações ou bater em uma mulher. Mande um pedido de prisão agora para ele. – Ordenou à delegada se levantando. Como já está ficando um pouco tarde, pede para o quem te trouxe menina? E qual é o seu nome mesmo?
─ Foi o Rodrigues, meu nome é Giovanna Decker. – Me levantei e sai da sala junto com a delegada Silmara.
─ O Rodrigues, faz favor. Leva à senhorita Decker para o seu destino e depois amanhã umas 15h. Tá bom 15h? – Indagou pra mim, fiz que sim com a cabeça. ─ Então às 15h Rodrigues, 15h em ponto, eu quero ela aqui, ouviu bem? Agora vai. E não se preocupe Giovanna cuidaremos do seu caso. – e deixou o recinto onde estávamos.
─ Então mocinha, onde é a sua casa aqui em Soot City? – já dentro da viatura.
─ É na Rua Figueiredo Sanchez, número 169. – passe o endereço da casa da minha tia.
─ Quem mora lá? – indagou enquanto manobrava o carro.
─ Minha tia que está doente, está indo para cuidar dela.
─ Ah! Entendi.
Então até chegar à casa da minha tia fomos o caminho inteiro em silêncio.
“Carro, 356, carro 356, um Charlie quatro na Rua Sônia Reveres, número 545. Ir imediatamente para o Local” – o radinho comunicou.
─ DP, estou conduzindo uma vítima para a casa dela, peça para outra viatura verificar a ocorrência. – Rodriguez pegou o mesmo radinho e passou a informação.
“Não, o único carro mais próximo é o seu e do Tenente Galeies. Quero vocês dois lá imediatamente.”
─ Okay, estou me deslocando para lá. – terminou e colou o radinho no gancho. ─ Okay é uma ocorrência rápida. Depois eu levo você para casa. Okay?
─ Tudo bem, você só está fazendo seu serviço.
Então o policial se deslocou para o local dito pela a mulher do DP. Senti-me no programa Policia 24h.
Chegando ao local, estava àquela gritaria, um acusando o outro. Parecia briga de vizinhos.
Mas a situação parecia está resolvida. Quem estava brigando era uma mulher com um vestido curtíssimo e um cara de barba malfeita, um pouco gordinho. Ele gritava coisas do tipo que ela era uma prostituta barata e ela alegava que ele não pagou o que devia. Mas enfim... A policial conduziu o mesmo algemado para o camburão. E colocou a mulher de poucas vestimentas na parte da frente do carro.

Já que Rodrigues falou que tinha que me levar. Assim foi feito. Cheguei à casa de minha tia, agradeci a ajuda do policial e bati na porta, um enfermeiro que estava cuidando da minha tia abriu a porta, falei que era a sobrinha de Grizelda, ele me deu espaço para entrar. E finalmente na casa da minha tia. Um pouco transtornada pelo o havia passado, mas sã e salva no lar de alguém que sempre me acolheu.

Capítulo I - Only Sex (2/3)

─ Desculpe nem me apresentei né. Sou Guilherme Dawson. E nome da beldade? – sorriu.
─ Giovanna. – falei seco, não estava com paciência para pervertidos.
─ Então vai para Sootcity fazer o que por lá? – começou a comer.
Eu que estava me sentindo incomodada, nem toquei na comida que já estava esfriando.
Vou cuidar da minha tia. – Dei uma garfada em minha refeição.
─ Menina prendada, heim! – Balançou a cabeça positivamente.
─ Pois é. – Revirei os olhos. Neste momento ficamos em silêncio “graças a Deus” pensei.
Terminei de almoçar e fui em direção ao caixa pagar o que havia consumido.
Assim que sai fui ao banheiro, aquele cara me seguiu. Olhei discretamente, e estranhando.
Não é possível que esse cara vá entrar comigo no banheiro.” pensei.
Ainda bem que ele não entrou. O banheiro era do estilo retrô chique, bem fofo, na cor bege e amarelo claro, os espelhos eram redondo um do lado do outro. Fiz minhas higienes, e fui para o ônibus.
Meu celular tocou.
Alô! – falei entrando no ônibus.
Filha, tá tudo bem? – a voz doce de minha mãe. Sempre preocupada.
Estou sim mãe, não se preocupa. – Sentei na minha poltrona
E já parou pra almoçar? – indagou.
Claro né, mãe passou de meio dia já. Agora tchau o ônibus já vai sair, e vou perder o sinal do celular, tá beijos te amo mãe. – Logo após ela falar que me amava, o individuo tarado sentou ao meu lado e começou o falatório.
─ Mamãe ligou é? – sentou-se.
Sorri. “Babaca” pensei.
─ Pois é. Ela se preocupa comigo. – ironizei.
O cara, o tal de Guilherme começou a se gabar coisas do tipo que ele era atleta, mas vinha de uma família simples talvez como a minha. E estava indo para Soot para estudar.
─ Então eu sou um atleta e tanto, jogo todos os tipos de esportes com bolas. – riu. – calma é bola tipo essa. – Levantou-se e pegou uma bola sua bolsa. Até parece que ia pensar malicia. Mas sorri.
─ Essa aqui é de futebol americano. – A bola era achatada e tinha um tom vinho com alguns riscos brancos. Balancei a cabeça positivamente para que ele entendesse que eu gostei da bola de futebol americano.
Virei-me um pouco de lado a fim de dormir, e o papagaio fechava a matraca? Não.
─ Sempre namorei as mais bonitas da escola, claro, sou bem descolado. Elas sempre me comparavam ao Brad Pitt. Apesar de não ser meio loiro e nem ter olhos azuis. Mas já tive lente, mas eu tive olhos azuis. – se vangloriando.
Neste momento ele falando e nada não fazia a menor diferença, cochilei um pouco. Acho que ele percebeu e se calou, pois só ouvia o barulho do motor. Acordei com o motorista anunciando a parada da janta. Meu celular vibrou novamente... Olhei para o lado e Guilherme já tinha ido para o restaurante.
Mamãe? – indaguei atendendo o insistente celular.
Filha, como está viagem, meu bem? – minha mãe sempre foi assim atenciosa, carinhosa, preocupada e dedicada a dá uma educação ótima para nós mesmo tendo pouco dinheiro. Sorri.
Está tudo bem, mamãe, vou desligar, pois estamos na hora da janta. – Expliquei descendo do ônibus.
Ah! Sim, come direitinho viu. – deu risada. ─ Tchau, beijos.
Beijos. – guardei o celular dentro do bolso.
Foi quando percebi que havia esquecido se de pegar meu dinheiro. Retornei ao ônibus que estava vazio. Andei até a minha poltrona.
─ Cadê você? – Estava numa posição meio desconcertante, inclinada para frente caçando a carteira dentro de minha bolsa. ─ Cadê? Ah! Você está ai! – Exclamei pegando ela. ─ Vamos ver, acho que 50 reais dão. – guardei anota no bolso e a bolsa colocou no compartimento. Na hora que eu em virei. Guilherme estava sentado no braço de uma poltrona. Sorrindo balancei a cabeça negativamente. E tentei passar por ele.
Nos olhos deles tinha uma chama de desejo acendido. Em seus lábios depositara um sorrisinho barato e metido. E num pulo me agarrou pela a cintura, me envolvendo em seus braços.
─ Me largue seu estúpido! – Gritei debatendo meus punhos em seu peitoral.
─ Nada disso, eu me interessei por você, agora você vai ser minha pequena Giovanna! – Me tacou no chão. ─ Você dormindo ali do me lado me deixou excitado.
Veloz e voraz venho tentar arrancar as minhas roupas eu puxando de um lado ele do outro.
─ Sai de cima de mim, seu tarado! – tentei me desvencilhar de seus fortes braços. ─ Socorro! Socorro! Um tarado! – comecei a gritar, um estalado no rosto eu senti.
─ Cala boca, vadia! – Aproximou seu rosto perto de mim e lambeu meus lábios. Eu cuspi na cara dele, o mesmo me deu dessa vez um soco.
─ Socorro! Alguém me ajude! – Gritei mais uma vez.
Rezei a Deus para que uma alma entrasse ali agora, e como meu Deus é bom o motorista do ônibus chegou bem na hora. Puxou o cara pelo o pescoço, dando-lhe uma gravata. Consegui me arrastar a algo que eu consideraria uma área segura.
─ Rapaz, você está muito encrencado. Vamos para delegacia agora! Vem mocinha, vamos fazer o B.O. – Segurou o dito cujo firme e conduzindo para fora do ônibus.
─ Me larga, seu filho da puta! Me larga porra! – Tentou se soltar.
Eu só ia seguindo o motorista e Guilherme para um dos guardas que estavam no restaurante.

─ Senhor Policial, prende esse rapaz, ele estava tentando estrupa essa garota. ─ Apresentou o rapaz.

sábado, 18 de maio de 2013

Capítulo I - Only Sex (1/3)


Boa viagem (au)!          

Mas quem diria eu sair daquela minúscula cidade e ir para onde eu nem sei como é. Tá que já havia visto várias fotos, mas nada que dê para falar, “eu conheço esse lugar”. Vagarosamente o ônibus passava pelos longos e grandiosos pastos das fazendas, eu olhava freneticamente em meu celular para verificar que horas era. Perto de meio dia, paramos em um restaurante para almoçarmos.
30 minutos de almoço” – Anunciou o motorista descendo.
Olhei discretamente para a pessoa que estava do meu lado, um homem que aparentava ter uns 26 anos, trajando uma blusa dos ramones, uma calça jeans surrada e um all-star, ele estava todo jogado na poltrona dormindo, e presumo que ele não ouvira o que o motorista tinha falado, pois não se moveu do lugar. Como estava do lado da janela, tive que acordar o coitado.
─ Moço, pode me dá licença? – o cutuquei de leve para ver se acordava.
Mas quem disse que a pessoa despertou? Então o balancei. Um pouco sobressaltado, acordou.
─ O que você disse? – me olhou de cima a baixo, até parece que estava com uma melancia na cabeça. Espere ele está olhando para os meios seios. Cruzei os braços da forma que ele não reparasse muito neles.
─ Licença, eu disse licença, afinal de contas quero ir almoçar. – sou simpática, mas odeio quando olham para as partes de meu corpo.
─ Oh, desculpa ai gata. – saiu da poltrona me dando caminho livre. ─ Vamos eu lhe acompanho. – sorriu maliciosamente.
─ Não se preocupe com isso sei me cuidar sozinha, só queria um pequeno espaço para eu passar, mas obrigada por oferecer a companhia. – sorri ironicamente.
Que paspalho, achando mesmo que iria me ceder tão facilmente, ele até que é bonitinho, ou seja, um feio arrumado, gostei do cabelo dele um tanto quanto bagunçado. Mas enfim, ainda senti o olhar dele olhando para as minhas nádegas, insolente, revirei os olhos descendo do ônibus.
Middles Restaurant” o letreiro em vermelho anunciava o lugar, que não é grande coisa, mas o cheiro da comida estava bom. O restaurante até que eram bem bonitas, as paredes nos tons de bege e azul, dava um charme, vidraças redondas e grandes. Sem mais delongas entrei no estabelecimento. “tinini” era o sininho que estava na porta para avisar que alguém adentrava o lugar.
Olhei diretamente para o self-service, para ver as comidas talvez deliciosas me esperando. Fui para a fila que se formava para pegar a comida, o restaurante não estava tão cheio, enfim me servi de um pouco de arroz e feijão, salada, batata frita e dois pedaços de carne, passei no freezer e peguei um Fanta laranja – meu refrigerante predileto -, e me direcionei para a pesagem de alimento. 15,00 R$.
Sentei-me perto da janela sozinha, mas não por muito tempo aquele rapaz que está sentado ao meu lado no ônibus vem me importunar novamente. Tratei de subir minha blusa a fim de tapar meus seios.
O tal atrevido sentou-se.

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Gostaram, comentem que eu postarei mais *--*
Essa é a primeira parte do Capítulo I
Comentem por favor.

domingo, 12 de maio de 2013

Only Sex - Sinopse e Prologo.

Sinopse:

Giovanna Decker é uma jovem vinda do interior de Celieville, para cuidar de sua velha tia que está quase nas últimas em Soot City, e com as poucas economias da mesma só dava para pagar as contas e um pouco de comida. Então ela vai à procura de um emprego, mas sempre pediam experiência. E como nunca havia trabalhado, não aceitava ela. Voltava para casa de mãos vazias, numa dessas voltas, enquanto estava em um ponto de ônibus, observa um grupo de mulheres de vestimentas ousadas. Foi quando Laura Brunelli uma loira, alta e bem bonita, oferece uma solução, ou quase isso. O serviço? Dá prazer a variados tipos de homens. Um desses, o importante empresário Eduardo Schmidt, tinha esses momentos de prazer, e desfrutar das coisas boas da vida até conhecera-la.

Prólogo:

Era uma tarde de chuva em Celieville, Giovanna estava arrumando suas coisas na mala de porte média roxa, sua cor predileta. Iria viajar até a cidade grande para cuidar de sua velha tia Grizelda. Giovanna sempre foi boa para com as pessoas, nunca desconfio de alguém. Uma jovem morena, alta, num tom de olhos amendoados, uma menina doce, simpática e sorridente. Feliz da vida. Ajudava a sua mãe no que podia, fazendo doces, bolos, para vender no pequeno centro da cidadezinha do interior. Sempre de bom humor, na escola era a primeira da classe, adorava a matéria de português. E em toda sua vida até aquele momento com seus 20 anos, só havia namorado um garoto, que se mudou e nunca mais se ouviu falar nele. — também poderá, sua família ficou rica, e foram embora daquela cidade sem nem mesmo se despedir ou olhar para trás. — Mas enfim.
— Filha, você tem certeza que quer ir cuidar de sua tia? - Adentrando o quarto.
— Mas é claro mãe, ela tá doente e muito velha para cuidar de si própria. Uma que ela não tem dinheiro para pagar uma enfermeira particular. - Coloquei a ultima roupa que faltava na mala.
— Okay então minha filha, já que terminou ai, vem tomar um lanche da tarde.
— Tem Gelatina?
— Tem sim. Adivinha o sabor?
— Morango - Gritei feliz.
— Isso mesmo.
— Eba.
Minha sobremesa predileta: Gelatina de Morango.
Então sai, apaguei a luz de meu quarto e fechei a porta.
A tarde vai indo embora e a noite abraça a minha cidade, onde é cheia de estrelas, eu gostava tanto da noite, me sentia bem, me sentia abraçada por aquele toque suave dos ventos de Celieville, e o cheiro das flores, que cercava quase todas as casas, aqui nesta cidade tinha o famoso concurso do “Jardim mais bonito da cidade”, era incrivelmente formidável.
Eu como sempre pegava um bom café preto e ia para varanda de minha casa, e sentavam-me na cadeira de balanço. Olhando as belas estrelas que surgiam no céu. Como num feitiço à noite me hipnotizava, batia um vento leve em meus cabelos. Fechei os olhos a fim de que ela invadisse minha mente.
— Olha que noite mais bela, assim como a moça com café na mão. – Abri meus olhos para ver quem era... Era Marcos parado em frente ao meu portão.
— Ah sim, noite bela, mas eu não sou tão bonita assim Marcos. – Dei um sorriso meio sem graça.
— Claro que é! – aproximou-se. — Vai viajar para a cidade amanhã?
— Sim, cuidar de minha tia, e ver se consigo um emprego bom, para eu ajudar minha mãe aqui.
Hum, entendi, a cidade vai perder aqueles deliciosos doces que você faz. – sentou-se na escada olhando para mim.
— Mas não sou só eu que faço minha mãe também ajuda, ou seja, ainda terá doces na Dona Rosa.
— Mas os seus são os melhores. – deu uma risadinha.
Sabia que Marcos gostava de mim, mas enquanto ele não parasse de ficar praticamente com todas as meninas da cidade não iria dá bola para ele.
— Agora vou indo dormir, porque já está na hora né. Vou levantar amanhã cedo sabe... – sorri de lado, me levantando.
— Okay – Sorriu e foi embora.
“Cara ele é muito lindo, mas muito garanhão.”. Balancei a cabeça negativamente enquanto entrava em casa.
— Mãe que horas são?
— São 20h00min.
— Hum, a comida está cheirando, o que vai ter para comer? – chegando à cozinha.
— Hoje vai ser uma bela macarronada.
Então comi, aquela delicia de comida, e fui dormi, pois amanhã cedo iria para Sootcity.